Como funciona e o que esperar
A cortina motorizada substitui o acionamento manual por um motor tubular instalado dentro do tubo do rolô ou acoplado ao trilho.
O comando pode vir de um controle remoto por radiofrequência, de um interruptor de parede ou de um aplicativo no celular.
Também funciona por voz, integrado a sistemas como Alexa, Google Home e Apple HomeKit.
Em termos práticos, a motorização deixa de ser luxo e passa a ser necessidade em três situações.
A primeira são vãos muito altos, onde alcançar a corrente exige escada. A segunda são vãos muito largos, em que o esforço manual é grande e o desgaste do mecanismo acelera.
A terceira são janelas de difícil acesso, atrás de sofás, banheiras ou em pé-direito duplo. Há duas famílias de alimentação.
Motores a bateria recarregável dispensam obra elétrica e são a escolha em reformas; a autonomia varia de seis meses a dois anos conforme o uso, e a recarga é feita por cabo USB ou carregador dedicado.
Motores com alimentação 110/220 V exigem ponto elétrico previsto no projeto, mas não têm limite de acionamentos e são mais indicados para uso intenso.
A automação abre possibilidades reais de eficiência energética: programar o fechamento nos horários de sol mais intenso reduz de forma mensurável a carga térmica e o consumo do ar-condicionado.



