Como funciona e o que esperar
A cortina romana funciona como um híbrido: tem a aparência e o toque de um tecido, mas se comporta como uma persiana.
Ao acionar o cordão, a corrente lateral ou o motor, o painel sobe formando dobras horizontais que se empilham no topo do vão, liberando a janela sem que sobre tecido nas laterais.
Existem duas construções principais.
A romana estruturada, com varetas horizontais costuradas em bolsos internos, forma dobras perfeitamente paralelas e mantém a geometria mesmo em tecidos leves — é o padrão em projetos de arquitetura.
A romana lisa, sem varetas, produz um recolhimento mais orgânico, com pequenas ondas, e combina melhor com tecidos naturais e ambientes descontraídos.
O grande atrativo é a economia de espaço.
Como não há tecido acumulado nas laterais, ela cabe em vãos estreitos, sobre bancadas, em janelas de cozinha e em qualquer situação em que uma cortina tradicional atrapalharia a circulação.
O bloqueio de luz depende inteiramente do tecido escolhido; com forro blackout, chega perto do escuro total. Os pontos de atenção são dois.
O primeiro é a largura máxima por painel: acima de 1,80 m o mecanismo sofre e o tecido entorta, sendo melhor dividir em dois.
O segundo é a limpeza, já que o painel é fixo e precisa sair do mecanismo para ser lavado.



