Como funciona e o que esperar
O painel japonês é composto por folhas de tecido planas, esticadas por uma barra superior e uma barra inferior com peso, que deslizam em um trilho de duas a cinco vias.
Ao serem movidas, as folhas se sobrepõem umas às outras como portas de armário, liberando o vão progressivamente.
Cada folha costuma medir entre 40 e 60 cm de largura, e o número de vias determina o quanto o vão pode ser liberado.
Diferentemente de uma cortina franzida, aqui não há ondas nem pregas.
O tecido permanece completamente esticado, o que cria uma superfície gráfica e limpa, muito alinhada ao vocabulário minimalista e à arquitetura de inspiração oriental que deu nome ao sistema.
Além de vestir janelas, o painel japonês é muito usado como divisória leve, separando um home office da sala, por exemplo.
Também serve para fechar nichos e closets, função em que uma cortina convencional não teria o mesmo acabamento.
Aceita praticamente qualquer material: tecidos lisos, screen para controle solar, blackout, fibras naturais e até composições que combinam materiais diferentes em folhas alternadas.
A limitação principal é o bloqueio de luz nas junções: por mais que as folhas se sobreponham, sempre há passagem de claridade nas emendas, o que o desaconselha como solução única em dormitórios.



